Senador americano vai para El Salvador, mas não se salva do Corongão.

Antivaxxers já são, por si só, as maiores amostras de imbecilidade e ignorância que existem na natureza, mas, quando além de antivaxxer, o sujeito ainda resolve entrar na política, aí sim temos padrões elevadíssimos de bizarrice, dignos de figurar nas manchetes de jornal.

Doug Ericksen era um americano de 52 anos, que ocupava o cargo de senador pelo condado de Whatcom, no Estado de Washington (perceba o uso dos verbos no passado).

Doug Ericksen

Douguinho não era lá muito adepto desse negócio de se vacinar, e sua atuação na legislatura refletia isso. Tentou abolir a obrigatoriedade das vacinas, inclusive pedindo a renúncia do governador, por este ter demitido dois mil idiotas imbecis corongados genocidas cidadãos americanos, que estavam apenas lutando por um direito cultural (continuar servindo de meio de cultura para o vírus).

Mas, como diz o nosso excelentíssimo presida, se acovardar com o vírus é coisa de maricas, e Douguinho estava cansado de ficar trancado em casa e resolveu viajar para um destino paradisíaco famosíssimo entre os turistas, ele foi para…El Salvador.

Não sei o que há em El Salvador para ver nessa época do ano, ou se sequer há algo para ver lá em qualquer época do ano, e antes de começarem a criticar nos comentários, eu duvido que qualquer um consiga achar El Salvador num mapa mudo.

Para viajar a El Salvador, claro, o distinto senador deveria estar vacinado, mas nos EUA, assim como no Brasil, algumas coisas são proibidas, mas “se quiser pode”, desta forma, Douguinho embarcou todo pimpão para fazer o que quer que seja que ele queria fazer.

Lá, nosso amiguinho se azarou, encontrou pela frente o Coronavírus (ou Covid-19, ou SARS-Cov-2, ou el Corongasso) e acabou indo pro beleléu se encontrar com o Salvador pessoalmente. Algumas questões ainda permanecem em aberto após sua morte.

Olha, talvez seja cedo para dizer, mas eu acho que ele não conseguiu não.

Fonte : NBC

Doente terminal de Covid toma Ivermectina e tem alta!

Darla Smith foi a justiça para para que o hospital administrasse a droga em seu marido. Ele morreu no domingo após duas doses de Invermectina. Foto: Reprodução

Era uma vez, num lugar chamado Estados Unidos, uma sujeitinha chamada Darla Smith, que vivia uma vida feliz com Keith Smith, um sujeito legal, que era seu marido há 24 anos.

Mas, como todos sabem, a vida é uma caixinha de surpresas, e de repente, numa linha manhã de sol, seu marido acaba se contaminando pelo Coronavírus, ou Covid-19, ou Sars-Cov-2, ou Corongão do mal mesmo, e seu estado vai piorando, piorando, até ir parar numa UTI, em coma induzido.

Qualquer um de nós ficaria abatido, talvez até desmotivado, mas esta é Darla! Uma pessoa antenada nas redes sociais, que segue os grupos conservadores, Trump, e sabe que a Covid não passa de uma gripezinha, e que existem remédios que curam o corongão, ainda que a Big Pharma do mal os esconda para… para manipular a população… para os objetivos nefastos que a elite reptiliana planeja para o mundo!

Darla reuniu suas forças e brigou na justiça, por fim obtendo o direito de tratar seu marido com remédio para verme. Apenas duas aplicações depois, a medicação começou a fazer efeito!

Keith obteve alta!!

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E não é só isso! Keith também nunca mais irá se contaminar com o Covid. Mas não é só isso! Keith também nunca mais terá quaisquer problemas em sua vida!!

Poxa, Penteadeira!! Não é legal ficar zoando a morte dos outros! A esposa tava desesperada! Gente desesperada acaba se agarrando a qualquer coisa! Buscando qualquer alternativa, mesmo que não funcione!!

Pois é, não é como se… sei lá, já existisse uma vacina sendo distribuída há mais de um ano.

Fonte : Globo (No outline, porque pagina malvadinha que põe paywall, não ganha link do tio Penteadeira)

Francesa espertona compra certificado de vacina falso, Darwin não perdoou.

Existe uma palavra que eu gosto muito, é a palavra alemã schadenfreude. Essa palavra significa “sentimento de prazer ou de alegria ao presenciar a desgraça ou infortúnio de outra pessoa”. Esse sentimento costuma aflorar bastante em situações nas quais a dita “outra pessoa” se acha mais esperta que todo mundo, e no fim toma na cabeça, livrando o mundo de aturar sua imbecilidade.

Essa é a história de uma cidadã francesa, que sem nada na cabeça, quanto mais nessa cachola, andava dizendo por aí, “eu sou a tal”. Mais esperta que os professores, os cientistas, os médicos, ela era antenada nas redes sociais e sabia que o Coronavírus, ou Covid-19, ou SARS-CoV-2, ou Coronga, era só uma gripezinha, manipulação do governo, ligado à mídia e aos reptilianos, para vacinar forçadamente os cidadãos, pra…

…pra algum objetivo nefasto que os antivaxxers nunca sabem o que é.

Mas nossa amiguinha precisava manter o emprego, então recorreu a um doutor “gente boa”, que imprimiu um certificado de vacinação a um precinho camarada. Se ao menos o corongão soubesse ler…

Como resultado, acabou pegando a peste, e, como sempre acontece com imbecis quando dá merda, resolveu baixar num hospital de verdade, mas continuou contando a mentira de que tava vacinada. Os médicos trataram como se fosse, mas foram se dando conta de que algo não estava cheirando muito bem, mesmo para os padrões dos franceses. Terminando por fazer um exame de anticorpos na moçoila, com o qual descobriram que o certificado não valia o papel no qual estava impresso.

Claro, aí já era tarde demais e nossa amiga, como toda boa francesa, terminou se rendendo ao vírus.

Como sempre acontece quando dá merda, aí resolveram abrir uma investigação, o médico da cidade mandou um migué que a carteira profissional foi roubada, uma clínica foi denunciada, e outro comedor de queijo foi identificado sem anticorpos, corongado, e jurando de pés juntos que tomou a vacina direitinho.

Fico triste pela nossa amiga. Com certeza era uma pessoa contagiante, que fazia todas as pessoas ao redor perderem o fôlego.

Fonte : G1